Sexta-feira, 30 de Março de 2007

CRÍTICA DE TV 4 - DAY AFTER

O elogio vai para o criativo que se lembrou do nome - O Dia Seguinte - porquanto é um resumo perfeito do que vai acontecer. O espectador começa a ver o programa e cinco minutos depois adormece e só acorda no dia seguinte. Em termos de produção, o conceito de “O Dia Seguinte” não é mau, mas o espectador sente falta de risos enlatados a quando dos comentários do Fernando Seara. A repensar. No início, referi que o programa era profundamente chato. Estou certo que esta opinião é partilhada pelo comentador, Dias Ferreira. O representante do Sporting assume a postura de quem fez um grande frete por se deslocar até Carnaxide, e que isto já não são horas para ainda estar acordado. Estou convencido que a única razão que leva Dias Ferreira a aparecer todas as semanas nos estúdios da Sic Notícias, é o facto do programa coincidir com a hora em que a irmã o costuma ir visitar. Amiúde, por esta ou aquela razão ( uma sardinhada em Setúbal, ou uma batida ao cabeleireiro da irmã), Dias Ferreira não teve oportunidade de ver os jogos desse fim-de-semana. Razão mais que suficente para fazer aquele ar de frete, dado que a conversa pouco ou nada lhe diz. José Guilherme Aguiar, debita uns conceitos jurídicos e apresenta-se impecavelmente vestido, mas é impossível não o imaginar como cobrador da Carris. O que, como se sabe, funciona mal em televisão. Fernando Seara é, provavelmente, a segunda maior máquina de debitar banalidades, e frases feitas, da televisão portuguesa. Com a agravante de não usar o mesmo número de copa da Bárbara Guimarães. Ouvindo o presidente da Câmara de Sintra falar sobre a importância universal do espírito de equipa do Petit, fica explicada a razão porque Judite de Sousa se aplica tanto nas suas entrevistas - É a oportunidade que ela têm de poder falar com pessoas que têm algo de jeito para dizer. A outra característica marcante do comentador Fernando Seara é o chegar sempre atrasado aos programas. O que demonstra falta de respeito pelos colegas, e sadismo para com os espectadores, que são levados a pensar que o programa vai ser feito sem ele. Ao contrário da Câmara de Sintra, não vou recomendar ao Fernando Seara que passe a usar transportes públicos para não chegar atrasado ao trabalho, quanto mais não seja, porque não faz lá falta nenhuma e porque acho complicado que ele consiga dizer – queria o passe L-123.
Publicada por OMal às 17:15
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