Terça-feira, 22 de Julho de 2008

A GRIPE DO BONGA

Tomar vacinas para poder viajar para África tem o seu encanto:  A ideia é porem-nos com um aspecto doente para não ir para lá causar inveja com o nosso anterior ar: fresquinho e cheio de saúde.
Eu estou desconfiado que o que os médicos fazem é darem-nos um vírus a quem eles prometeram uma viagem à terra.-  Epá, tenho ali dois vírus do dengue e um do Tifo que adoravam voltar à Nigéria. Sabes de alguém que vá para lá para o podermos injectar?  
Se um indivíduo tivesse que levar esta carrada de vacinas cada vez que vai para o Algarve talvez o Paulo China não tivesse  necessidade de recorrer a uma cinta gástrica para estar como está hoje. Os efeitos secundários são vários:  enjoos matinais, tonturas e só se consegue adormecer a ver a RTP- África. A vacina é tão potente que nem é preciso mostrar a caderneta das vacinas no aeroporto,  basta mostrar a língua. 

No fim uma pessoa está pronta para viajar para África só que não pode ir porque não tem forças para fechar a mala. 

Segundo o divertido medico, a ideia é: “em vez de ires para África,  e apanhares lá uma doença através de um mosquito qualquer, levas já aqui no consultório como deve ser”. E eu digo: "tudo bem. Mas isso era justo se depois do senhor doutor me picar com paludismo, eu tivesse hipótese de o esmagar com uma palmada. Hum? Está bem?"

Publicada por OMal às 16:40
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