Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

O ÚLTIMO DOS TEIXEIRAS DOS SANTOS


- A entrevista de  hoje é com um  dos membros do grupo que lançou este Orçamento de que tanto se fala! Olá, Secretário de estado de várias coisas. Antes de mais. Porquê, Orçamento de Estado para 2009?
- Olá. Queria agradecer a oportunidade que me deste para vir até aqui. Infelizmente, hoje em dia, na rádio só se ouve economia americana, e é  bom que seja dado algum tempo aos portugueses. Quanto à pergunta, Orçamento de Estado de 2009, foi o nome que nos pareceu mais consensual.  Também pensamos em chamar-lhe – Eleições 2009 – mas era demasiado explicado.
- Vocês já estão junto há algum tempo. Este é, se não estou em erro, o vosso, terceiro orçamento. Acham que é o melhor?
- Este é um orçamento diferente daquilo a que os nosso fãs estão habituados…
-…mais popular?
-…sim…nós fomos beber um pouco das raízes do folclore da política portuguesa. É um orçamento que tem um cheirinho de pagode do Mestre Loureiro, de Gondomar. Mas também, tem influências cabo-verdianas, nomeadamente no montante atribuído ao Ministério da Cultura.
- Acham que vão conquistar mais fãs, com este novo orçamento? Dizia-se que vocês tinham entrado em queda em termos de popularidade…
Secretário:..uma pessoa quando faz um orçamento não pensa se ele vai ser aceite por todos ou não. Neste orçamento, nós queríamos fazer alguma coisa diferente, os tempos são outros, há muita gente a fazer orçamentos novos aí pela Europa, e nós queríamos a fazer algo que fosse original. Tivemos aquela ideia da pen, mas não correu bem. No Orçamento anterior…
-...a que curiosamente chamaram  "Orçamento de Estado  2008",
-...no 2008,  nós tínhamos mais preocupação com os números. Os números eram muito trabalhados e exprimiam preocupações verdadeiras de cada um dos membros do grupo. Este é um orçamento mais criativo, do momento, estás a ver? Por exemplo, eu estava, um dia destes a ver o pôr do sol numa daquelas  paisagens alentejanas. E peguei num papel que ali estava e escrevi -  “A maioria das despesas de saúde mantém uma dedução de 30% e nas restantes despesas de saúde, desde que comprovadas com receita médica, há um ligeiro acréscimo do limite máximo que se pode abater ao IRS. Dos 62 euros passa-se para os 64 euros. Esta parte final do Euro, já foi em casa. Mas foi assim que surgiu a ideia para aquela que é uma das minhas favoritas do 2009.
- Muito bonito. Terminamos com uma surpresa para todos os fãs deste novo orçamento de Estado. Em directo do estúdio,o grupo vai executar  parte de uma das rubricas do 2009.
- (MÚSICA COM INSTRUMENTOS DE FOLCLORE) - Um, dois, três - aumenta o valor possível de abater à colecta por cada contribuinte com deficiência: passa de 3,5 vezes a retribuição mensal mínima para quatro vezes este valor. Não há alteração do montante passível de deduzir por cada dependente com deficiência, que se mantém em 1,5 vezes o salário mínimo…
 

Publicada por OMal às 19:56
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